Agora, após extensivas mudanças em hotel, locação de carro e itinerários, a viagem já está definida e assim fica até chegarmos ao primeiro destino. Aí de lá, se ocorrerem mudanças, ja vão ser com experiência de causa.
Nessa fase final, é a vez do checklist, com todas as reservas impressas e salvas no Evernote (santo programinha), validar as formas de dinheiro a serem utilizadas no percurso, e como chegar e sair de Guarulhos.
A parte do dinheiro, creio que me precipitei e cometi um equívoco. Quase a totalidade do que pretendo gastar na viagem, coloquei no Travel Money do banco Itaú. Uma solução de cartão pré-pago, bastante conveniente, mas com um câmbio não muito amigável. Após extensas pesquisas na internet, vi que a melhor opção no momento parece ser utilizar o cartão do banco mesmo, com a função de débito, tanto para compras quanto para saque. É só habilitar o cartão junto ao banco (no caso do Itaú é possível fazer pela internet, estando de posse do token) e sair usando. Nos EUA pelo que li é só questão de solicitar a função débito. Em alguns lugares parece não funcionar, mas a maioria dos estabelecimentos consegue operar com ele assim.
Já faz um tempo que viajo para lá, mas está será a primeira vez que irei tentar desta facilidade. O que um IOF alto não faz né ;)
Quando retornar na viagem, coloco o depoimento aqui, se foi cobrada alguma tarifa e/ou se tive dificuldade de operar com ele na função débito.
O fato é que, graças ao nosso câmbio totalmente desfavorável e essa arbitrariedade de IOF a 6,38% cobrado em dolar ainda, temos que rever nossas formas de gastos. E o cartão de crédito, por mais prático que seja, começa a perder seu lugar. Afinal, crédito mesmo a gente vai precisar para cobrir a conta quando voltar rsrs.
Um resumo de dicas, que eu julgo muito confiáveis, sobre cambio em viagem tem aqui no site do Ricardo Freire Viaje na viagem . Site salvador, que sempre que posso recomendo, pois é meu "guru" turístico ;)
E vamos que vamos, porque as férias que nos dão motivação (e dívidas) para que voltemos a trabalhar após um mês de ócio.
T+
Adoro viajar e com o tempo as coisas vão ficando pelo caminho também. Aqui pretendo registrar alguns momentos e a sensação, para quando a memoria falhar, os olhos lembrarem o coração.
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sábado, 28 de abril de 2012
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Planejamento...
Após alguns anos (seriam décadas) nisso de viagens, por mais que se seja uma eterna iniciante, acaba que precisamos desenvolver alguns métodos de organização para garantir o menor numero de imprevistos possíveis, bem como fazer a viagem mais econômica. Sim, bem econômica, afinal, ainda não descobriram esse meu talento nato para o turismo e não resolveram me patrocinar para ver as belezas do mundo (ainda!).
Então, desde a tenra idade aprendi que a forma de se economizar mais numa viagem, sem passar pro imensas privações, seria preparar tudo com a máxima antecedência, inclusive a compra de bilhetes aéreos e estadias, bem como ter um esboço e prévio conhecimento do que se vai visitar.
Ganha-se em tempo, perde-se em sustos e maximiza o dindim.
Convenhamos também, eu com esse tempo todo tentando viajar, fico até intimidada de comprar um pacote pré-pronto e com o ágio tradicional das agências de turismo.
Provavelmente você que veio até aqui ler isso, não deve ser nenhum iniciante no assunto e já deve ter seus macetes e preferencias para o planejamento das viagens. Portanto, o que compartilho aqui é apenas o “meu jeito” de fazer as coisas, e estou sempre aprendendo novas dicas e buscando maneiras de maximizar o passeio minimizando os gastos (comentários são sempre bem-vindos).
Assim sendo, compartilho aqui os pontos principais que levo em conta na hora de começar a planejar uma viagem. Esses pontos são importantes para mim quando se trata de:
- a) Uma viagem que vá durar mais que 3 dias para um destino inédito; ou
- b) independente do numero de dias, viagem internacional.
Há que se ter controle dos dias, para não perder tempo, e controle do câmbio, para não se afundar mais que o esperado em dívidas.
Para construir este controle, faço uma planilha simples do excel para cada período pretendido. A primeira foi meio no adiciona e deleta, mas feito algumas, já tenho um modelo base que só reformato de acordo com as peculiaridades de cada viagem.
A ideia era anexar a planilha aqui, mas como não achei essa opção e to sem conta em serviço de compartilhamento de arquivo, fico na dívida de adicionar ela num futuro próximo.
A minha planilha ‘base’ sempre é feita com o mês(es) que pretendo viajar. Ajuda no caso de ser uma viagem multi-destinos, para visualizar quantos dias serão em cada destino bem como as datas de deslocamentos (ou seja, dias semi-perdidos).
Então, o que faço é pegar um desses modelos de calendário do excel (as células facilitam as operações matemáticas) com um espaço em cada dia, e distribuir o(s) destino(s) pelos dias da planilha. Dessa forma, é possível sentar com o parceiro (ou demais pessoas que irão participar da viagem) e verificar se os dias parecem suficientes para o que se pretende conhecer necessariamente, e se contempla um período de ócio (ou não) em cada cidade. Segue a gosto do freguês.
Dessa vez, a viagem da vez que to planejando é a viagem de férias pela Califórnia e Nevada (Vegas e Grand Canyon). Então além do calendário base, tem uma aba com um mapinha dos EUA como referencia, para o caso de querer inserir alguma cidade não prevista no roteiro, avaliar a distância e tal. Coisa de quem adora viajar mas matou todas as aulas de geografia no colégio.
Dado o calendário e o mapa, vem a parte mais chata e detalhada do planejamento... A aba da planilha que só tem letras e números (e que números!).
Nessa aba, que vai definir em grande parte os rumos da viagem.
Essa parte da contabilidade inicial se resume ao que pode ser previsto em uma viagem:
Passagens aéreas
Passagens de trem/ônibus
Hospedagem
Locação de carro
Estimativa de despesa diária.
Com base nessa aba de contabilidade, é possível ter uma visão da despesa aproximada da viagem (há que se ter o cuidado de sempre arredondar os valores para cima – o que sobra sempre vai em souvinirs) .
Uma vez feito esse esboço inicial, passamos ao trabalho prático de “popular” esses dados da aba contábil com os valores reais que se consegue.
Após a reserva das passagens, escolha dos hotéis, reservas de carro e definição de dias.
Costumo fazer uma estimativa limite para os gastos com alimentação, combustível etc. Uso como base o valor usado pela minha empresa no per-diem, mas que se mostrou muito adequado para uma viagem com o mínimo de conforto. A ideia é sempre gastar menos que esse valor, mas serve como uma ideia e cobre possíveis imprevistos.
Sugiro com base em viagens anteriores, fazer a sua estimativa e ver qual o valor ideal para suas necessidades.
Essa parte apesar de mais aborrecida, é a mais importante, principalmente para os que, como eu, gostam de viajar, independente da condição sócio-econômica ;) Isso é, permite avaliar quanto de empréstimo é necessário na volta.
Atenção: não estou fazendo apologia ao endividamento! Cada um sabe o buraco em que se enterra.
Num post futuro, vou ver se coloco algumas dicas que uso para me guiar na hora de escolher um hotel num destino desconhecido.
P.S> Aproveitando a oportunidade... quer viajar mas ta com preguiça de planejar? Me coloca um comentário ou manda um email. Terei prazer em planejar/sugerir os 5 primeiros roteiros requisitados.
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